terça-feira, maio 31, 2011

O SUCESSO CONSISTE EM NÃO FAZER INIMIGOS

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos
http://www.facioli.com/UserFiles/Image/foto%20max.jpg
Max Gehringer

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:


Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma
desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:


A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita
aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:


Um colega
não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo.
Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!

Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a
longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências
."

quarta-feira, março 16, 2011

GUIA RÁPIDO TORNO CNC COMANDO MACH 9

Guia Rápido para torno CNC comando MACH 9
Ligar o torno CNC
1. Ligar a geral (atrás da máquina)
2. Abrir o registro do ar
3. Girar a emergência desativando-a
4. Teclar SHIFT + CYCLE STOP
5. Teclar EXIT
6. Ligar o comando dos eixos (teclas em baixo, usar setas para baixo ou para cima)
7. Teclar MANUAL
8. Teclar Referencia de máquina
9. Teclar CYCLE START
----------------------------------------------------------------------------------------------
Desligar o torno CNC
1. Teclar SHIFT + EXIT (retornar a tela principal)
2. Apertar a emergência
3. Fechar o registro do ar
4. Desligar a geral.
----------------------------------------------------------------------------------------------

Digitar um programa novo (ou reedição):
1. Teclar SHIFT + EXIT (tela principal)
2. Teclar Editar
3. Programa novo (ou digite o número do programa para reedição)
4. Editor
5. Lista
6. Editar o programa
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Testar um programa com gráfico:
1. Teclar SHIFT + EXIT (tela principal)
2. Teclar Editar
3. Digitar o Numero do Programa no Editor e Teclar ENTER
4. Teclar Lista
5. Teclar Gráfico
6. CYCLE START
7. Para visualizar o desenho - teclar => Janela + Limite de Software + Zerar + apagar
8. Teclar EXIT
9. CYCLE START
10. Para melhor visualização = Janela + reduzir ou ampliar + Shift e Setas para ajustar a tela com a peça.
11. Aparar + EXIT + CYCLE START
12. Para visualizar o G0 clicar em RÁPIDO
13. Apagar e CYCLE START
--------------------------------------------------------------------------------------------
Testar um programa sem rotação:
1. Teclar SHIFT + EXIT (tela principal)
2. Teste
3. Teste sem rotação
4. CYCLE START ou passo a passo (o passo a passo é o mais indicado)
Obs: ficar atento com o avanço, não o liberando totalmente até que tenha certeza que esteja tudo ok.
---------------------------------------------------------------------------------------------
Execução de um programa:
0. SHIFT + EXIT (para voltar a tela principal)
1. Auto (na tela principal)
2. Número do programa
3. ENTER
4. Status (verificar se é o programa correto)
5. Fechar a porta
6. Verificar se a refrigeração está ligada
5. CYCLE START
---------------------------------------------------------------------------------------------
Executar zeramento G54 (usar o programa que segue no final da postagem):
1. Auto
2. Número do programa + ENTER
3. Status (verificar se a ferramenta não esta perto da placa)
4. CYCLE START
5. Verificar se carregaram os corretores (TC e TP com o numero da ferramenta)
6. SHIFT + EXIT (para voltar a tela principal)
7. Manual , JOG , Manivela (selecionar manivela mult 1 ou 10 e o eixo Z ou X)
7.1 Gire a manivela com Cuidado
8. Encostar a ponta da ferramenta na face da peça com cuidado.
9. SHIFT + EXIT (para voltar a tela principal)
10. Referência de trabalho
11. Referencia de ferramenta
12. Verifique se o numero da ferramenta está carregada
13. Leve o cursor no ZOFFSET utilizando as setas <---
14. DIGITE -2. (para criar um zero peça dois mm dentro da peça)
15. ENTER
16. Levar o cursor no campo G54
17. ENTER
14. Teclar F4 ou Z+ para afastar a ferramenta da peça.
---------------------------------------------------------------------------------------------

Movimentação da ferramenta manualmente (com e sem o volante):
1. Manual (sem o volante)
2. Jog
3. Jog continuo
4. Regular o avanço
5. Teclar X+ , X- , Z+ , Z-

• Manual (com o volante)
• Jog
• Volante
• Escolher o eixo (X ou Z)
• Escolher o avanço (1, 10, 100)
• Girar o volante
----------------------------------------------------------------------------------------
Ligar a placa e chamar uma ferramenta manualmente:
1. Manual
2. MDI
3. Status
4. Levar o cursor para baixo usando as setas para esquerda ou direita
5. Digitar (T0101#M6#M12#S800#M3#) + ENTER
6. CYCLE START
7. Para parar teclar CYCLE STOP e para abortar SHIFT + CYCLE
---------------------------------------------------------------------------------------------
Programa que chama a ferramenta para fazer o zero peça (G54)

; G54
G99
G54
T0101
M6
M30

terça-feira, março 08, 2011

FUNÇÕES DO TORNO CNC

Descrição das funções

Funções Miscelâneas

M00 Parada do programa para troca de ferramenta
M01 Parada opcional do programa
M02 Fim de programa
M03 Liga eixo árvore sentido horário
M04 Liga eixo árvore sentido anti-horário
M05 Desliga eixo árvore
M06 Giro da torre
M08 Liga refrigerante de corte
M09 Desliga refrigerante de corte
M11 Seleciona faixa baixa de rotação
M12 Seleciona faixa alta de rotação
M30 Fim de programa



Funções Preparatórias

G00 Posicionamento rápido.
G01 Interpolação linear.
G02 Interpolação circular (horário).
G03 Interpolação circular (anti-horário).
G20 Programação em diâmetro.
G21 Programação em raio.
G73 Interpolação linear ponto a ponto.
G74 Ciclo de torneamento e furação.
G75 Ciclo de faceamento e de canais.
G66 Ciclo automático de desbaste longitudinal.
G67 Ciclo automático de desbaste transversal.
G53 Cancela todos offset de placa.
G54 Ativa o primeiro offset de placa eixo z.
G55 Ativa offset de placa eixo z.
G92 Origem do sistema de coordenadas.
G99 Cancela G92, define programação em função do zero máquina.
G40 Cancela compensação do raio da ponta da ferramenta.
G41 Compensação do raio da ponta da ferramenta (esquerda).
G42 Compensação do raio da ponta da ferramenta (direita).
G04 Tempo de permanência.
G33 Ciclo de roscamento (básico).
G37 Ciclo de roscamento automático.
G70 Admite programa em polegada.
G71 Admite programação em milímetros
G90 Programação em coordenadas absolutas.
G91 Programação em coordenadas incrementais.
G94 Estabelece avanço em pol/min ou mm/min.
G95 Estabelece avanço em pol/rot ou mm/rot.
G10 Cancela monitor de tempo de vida da ferramenta.
G11 Ativa o monitor de tempo de vida da ferramenta.
G30 Cancela imagem espelho.
G31 Imagem espelho eixo X.
G32 Imagem espelho eixo Z.
G60 Cancela área de segurança.
G61 Ativa área de segurança.
G68 Ciclo automático desbaste perfil final.
G76 Ciclo de roscamento.
G80 Cancela G83.
G83 Ciclo de furação com quebra de cavaco.
G96 Programação em VC constante.
G97 Programação em RPM.

PASSOS DE MODELAMENTO NO SOLIDWORKS

Quando ministro treinamento de CAD em SolidWorks, observo que muita gente acostumada com modelamento em 2D com AutoCAD, tem dificuldade no modelamento em 3D.

Minha intenção é passar alguns passos simples de modelamento em SolidWorks, vou começar dividindo o trabalho em dois ambientes:

- Ambiente ESBOÇO: local onde desenho o esboço da peça que desejo fazer em 2D.

- Ambiente RECURSO: local onde aplico os recurso tridimensionais ao esboço feito em 2D.


PARTE 2D

1 - CLICAR NO AMBIENTE DE ESBOÇO














2 - SELECIONAR FACE OU PLANO















3 - CLICAR EM NORMAL A















4 - DESENHAR COM AS FERRAMENTAS 2D














5 - UTILIZAR DIMENSÃO INTELIGENTE














6 - CONFIRMAR ( SAIR DO ESBOÇO )














PARTE 3D

7 - CLICAR NO ESBOÇO DA ÁRVORE QUE ACABOU DE DESENHAR














8 - CLICAR NO AMBIENTE RECURSOS














9 - UTILIZAR EXTRUDE OU QUALQUER FERRAMENTA 3D DESEJADA















10 - COLOCAR AS DIMENSÕES EM 3D














11 - CONFIRMAR ( VERDE )














Basta repetir esses passos até se obter o modelo final














sábado, fevereiro 20, 2010

ÁREA DE TELECOMUNICAÇÕES

Decidir se você pega o guarda chuva ou os óculos escuros pela manhã, antes de sair de casa, é uma escolha das mais corriqueiras, mas só se tornou possível graças ao avanço da tecnologia de telecomunicações.
Saber a previsão do tempo depende, primeiro, de um satélite artificial programado para verificar as condições meteorológicas e converter em números as informações recebidas.

Depois, entra em ação o homem do tempo, que analisa os dados transmitidos à Terra, transformando-os em notícia e a veicula pelo rádio ou pela TV.
Basta esse exemplo para saber que as telecomunicações têm dimensão planetária.
O que é grande em todo o mundo parece maior ainda no Brasil, onde o setor passa por uma revolução depois da privatização das empresas telefônicas. Produtos com que nem se sonhava há cinco anos já são produzidos ou projetados no país, como as redes multiplexadas de transmissão.

Elas permitem que uma mesma linha telefônica receba informações de voz, de dados e de imagens de vídeo no próprio computador.
Conhecer os princípios, as práticas e as técnicas computacionais das telecomunicações é o principal requisito exigido desse engenheiro ou técnico.

Ele também deve dominar as técnicas e os processos de representação, transmissão e recepção da informação no formato analógico e digital.
Como as inovações não param de acontecer, é importante fazer cursos de extensão sobre tecnologia digital de redes e satélites.

O CURSO

As matérias básicas incluem física, informática, eletricidade e eletrônica.
A formação em transmissão de dados de voz, imagem e som completa-se com disciplinas de computação e eletrônica, como processamento digital de sinais e comunicações óticas.


O QUE VOCÊ PODE FAZER COM O CURSO


INFRA-ESTRUTURA Atuar na implantação da rede física de telecomunicações e na manutenção da infra-estrutura instalada. Exercer atividades relacionadas a planejamento, análise, projeto, construção, operação e gerenciamento de sistemas de telecomunicações.

PESQUISA Desenvolver tecnologias e softwares para captação e decodificação de dados e integração de redes.

PROJETO Planejar sistemas de transmissão de dados digitais por meio de microondas, cabos óticos e satélites.

SERVIÇOS E NEGÓCIOS Trabalhar em atividades relacionadas a implantação, tarifação, configuração, operação e gerenciamento de ambientes de comunicações.

SOFTWARES PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Criar e gerenciar novos produtos.


MERCADO DE TRABALHO

A falta de profissionais preparados, somada à existência de empresas com tecnologia de ponta e dinheiro para investir, assegura trabalho e bons salários. " Entre os diversos ramos da engenharia, sem dúvida é a especialização que está em destaque, e tudo indica que isso vai continuar por bastante tempo" afirma o engenheiro José Elias Abul Hiss, da Telefônica paulista ao Guia Abril do Estudante.

SATÉLITE

Os avanços recentes na tecnologia de satélites permitiram o desenvolvimento de uma nova geração de satélites de telecomunicações. A transmissão em uma largura de banda bastante grande tornou-se possível graças ao uso de freqüências bastante altas e a um aumento da potência disponível dentro dos satélites. Uma das principais conseqüências disso foi uma drástica redução do tamanho e custo das estações terrestres. Através de satélites geoestacionários pode-se alcançar taxas de transmissão digital muito altas usando estações terrestres relativamente baratas. Se comparadas às redes terrestres, as redes via satélite têm muitas características diferentes. Essas novas características causam um impacto muito grande na comunicação entre computadores devido às novas possibilidades que oferecem. Contudo, elas também envolvem novos problemas.

Os satélites são um versátil meio de comunicação e possibilitam atender a qualquer plano específico que qualquer corporação individual necessite.




Como funcionam

Os satélites de comunicação são como torres de microondas muito altas. Eles orbitam em volta da Terra, tal como a Lua. São colocados num arco exatamente sobre a linha do Equador, a cerca de 35600 km de altitude. O satélite brasileiro BRASILSAT, lançado em 8 de fevereiro de 1985, foi colocado numa órbita de 36042 km. Esta é a distância requerida para que o satélite demore exatamente 24 horas para dar uma volta completa em torno da Terra, ficando, portanto, sincronizado com a velocidade de rotação do planeta. Essa parte do arco equatorial é denominada Geossíncrona. Um satélite em órbita Geossíncrona permanece estacionário em relação a Terra, ou seja, ao olharmos para o satélite a partir da superfície da Terra, temos a impressão de que ele está parado no espaço.





Freqüências que ocupam no espectro

As bandas de 3,7 a 4,625 GHz e 5,925 a 6,425 GHz foram designadas como freqüências para a transmissão de e para os satélites de comunicação, respectivamente.

Um satélite amplifica o sinal de 6 Ghz que recebe de uma estação terrestre e o translada para 4 Ghz, transmitindo-o então, de volta para a Terra. Os satélites estão atualmente espaçados cerca de 2880 km (um ângulo de 4 graus visto da Terra).

Os satélites de televisão devem estar separados 5760 Km entre eles ( ou 8 graus) devido à sua alta potência.

A banda de 12 a 14 GHz está disponível para telecomunicações, os satélites podem estar a apenas 1 grau de distância entre eles.

Utilizando freqüências tão altas é possível aumentar a potência transmitida, aumentando a relação do sinal para ruído e diminuindo a probabilidade de erro. Por outro lado, o comprimento de onda correspondente a tais freqüências é da mesma ordem de magnitude e do tamanho de gotas de chuva e partículas de neve. Uma onda de freqüência muito alta, propagada através da atmosfera terrestre, pode ser perturbada seriamente por tais obstáculos, aumentando então a probabilidade de erro. Uma vez que há o tipo e a extensão de atmosfera a ser atravessada é diferente de uma estação terrestre para outra, devido a sua posição geográfica, diferentes estações terrestres podem experimentar diferentes probabilidades médias de erros. Além disso, a probabilidade de erro experimentada por uma estação terrestre é bastante dependente de suas condições locais de tempo. Os valores da taxa de erro em bits e variações possíveis não são ainda muito bem conhecidos e assume-se, atualmente que taxas muito baixas, na ordem de 10-7, ou talvez 10-8, podem ser alcançadas com tempo claro. Por outro lado, sob condições de tempo muito severas e durante curtos períodos de tempo, a taxa de erro pode subir ao nível de 10-4 ou até 10-3. É interessante observar que o erro pode ocorrer na transmissão para ou do satélite; logo, se canais multidestinatários são utilizados, um erro pode afetar todas as estações receptoras ou apenas uma delas.





Sinais transmitidos

Os sinais recebidos das estações terrestres são difundidos pelo satélite numa área geográfica pré-definida. A escolha do tamanho e da posição da área a ser atingida na superfície terrestre resulta de vários fatores, por exemplo, a potência a bordo do satélite, diâmetro da antena terrestre, considerações políticas, etc. A transmissão em alta freqüência permite a utilização de taxas de transmissão muito altas, da ordem de centenas de megabits por segundo. Para compartilhar esta capacidade entre os usuários, são utilizadas técnicas de FDMA - Frequency Division Multiple Access - e TDMA - Time Division Multiple Access. Em qualquer caso, os sistemas de satélite são projetados para oferecer altas taxas de transmissão aos seus usuários. Como os satélites de telecomunicações são colocados numa órbita geoestacionária, situada 36 mil km acima do Equador, o retardo para qualquer sinal propagar-se à velocidade da luz, entre estações na Terra, para cima e para baixo, através de satélites, está entre 240 e 280 milisegundos, dependendo da latitude e da longitude da estação terrestre. Além disso, outros retardos inseridos pelos equipamentos terrestres levam a um valor de retardo da ordem de 300 milisegundos. Como resultado disso, a quantidade de informações viajando no canal, supondo-se um canal de satélite operando a 2 megabits por segundo, será de 600 mil bits. O sinal enviado por qualquer estação terrestre pode ser recebido por qualquer outra estação terrestre. Isso permite construir canais multidestinatários, a um custo baixo, o que significa que um usuário pode enviar dados que serão recebidos por vários usuários ao mesmo tempo.

O satélite ATS-1 lançado em sete de dezembro de 1966 pela NASA foi o primeiro satélite a usar a divisão múltipla de acesso por freqüência (FDMA) e ficou em órbita por vinte anos.

Um novo método de interconexão foi testado e lançado em 1993 pela NASA. Este método é o ACTS (Advanced Communications Technology Satellite). Ele combina as vantagens do reuso de freqüências, spot beams e TDMA.





Vantagens da comunicação via satélite

Os satélites de comunicação oferecem tais facilidades em velocidades de transmissão muito altas e em distâncias bastante longas. Com a redução de custo, tamanho e potência necessária, devido aos constantes avanços da microeletrônica, tornou-se possível um equipamento com uma estratégia de difusão mais sofisticada. Cada satélite é equipado com múltiplas antenas e múltiplos "transponders". Cada transmissão para a Terra pode ser focalizada numa área geográfica pequena, de modo que múltiplas transmissões do satélite e para o satélite podem ocorrer simultaneamente.





Divisão em canais

Um satélite típico divide sua banda de 500 MHz por doze "transponders", cada qual com uma banda passante de 36 MHz. Cada "transponder" pode ser usado para codificar um único fluxo de dados de 50 Mbps, 800 canais digitais de voz de 64 Kbps e diversas outras combinações. Dois "transponders" podem usar polarizações diferentes, podendo assim, usar a mesma faixa sem interferência.

Hoje, em dia, o canal é dividido de acordo com o tempo, primeiro uma estação depois a outra, e assim por diante. Isto é chamado de multiplexação por divisão de tempo.





Transponders

Um satélite contém um ou mais "transponders", cada qual escutando uma parte do espectro, amplificando o sinal de entrada e retransmitindo em outra freqüência , para evitar interferência do sinal de entrada. Os feixes de transmissão podem ser bastante amplos, iluminando uma parte substancial da superfície terrestre, ou estreitos, iluminando áreas com diâmetro de centenas de quilômetros.





Transmissão

A transmissão de uma mensagem é independente da distância percorrida. Uma chamada intercontinental não custa mais para ser mantida do que uma chamada para o outro lado da rua.

A habilidade de adquirir uma banda passante imensa por períodos pequenos de tempo é atraente devido à natureza em rajadas do tráfego de computadores. Enviar uma fita magnética em uma linha telefônica de 56 Kbps leva 7 horas; enviar a mesma fita usando um único "transponder" de satélite de 50 Mgbps leva 30s.

Todas as estações abaixo do feixe descendente podem receber a transmissão, incluindo estações piratas desconhecidas pela operadora. As implicações para a privacidade exigem alguma forma de criptografia.

Os satélites não são utilizados apenas para telefonia e transmissão de dados; também podem ser empregados na difusão direta de sinais de televisão para finalidades domésticas.





Satélites Lançados

O Syncom2, lançado pela NASA em 1963, foi o primeiro satélite de comunicação lançado para estar no mesmo tipo de órbita que a terra.

O ATS-1, lançado pela NASA em sete de dezembro de 1966, foi o primeiro satélite a usar a tecnologia FDMA.

O BRASILSAT, primeiro satélite brasileiro, foi lançado em 8 de fevereiro de 1985. Ele está operando em uma órbita inclinada a 63 graus de longitude oeste. Cada "transponder" oferece uma largura de banda de 36 MHz e cada canal com 10 watts de potência. Cada satélite tem 28 "transponders" na banda C para comunicação civil, cobrindo região leste. Um "transponder" na banda X para uso militar. A potência da banda X é suficiente para cobrir toda a região do Atlântico Sul, da costa da África e uma parte da Antártica. Cada "transponder" pode ser ocupado por 6 canais de TV, além de suportar até 2 mil ligações telefônicas simultâneas e milhares de canais de comunicação de dados. Direcionamento de "transponders" para atender o MERCOSUL Potência: 36 dBW No seu lançamento, pelo foguete Ariane, o BRASILSAT é deixado numa órbita inicial a 200 quilômetros de altura também conhecida como órbita de transferência. A partir daí, sempre controlado por terra e obedecendo às leis da astronomia, a Embratel desenvolve uma série de manobras no BRASILSAT até se aproximar da sua posição desejada, a 61 graus à oeste e a 36 mil quilômetros de distância da terra.





Aplicações da Comunicação via Satélite

Transmissão de Televisão de Sinal Aberto e Por Assinatura
Campanhas de Promoção de Vendas
Treinamento e Apresentações Educacionais
Transmissão de Dados
Informação Empresarial
Projetos Motivadores
Discussões Gerenciais
Noticiários Urgentes
Alterações Técnicas
Estratégias
Transformação dos processos na corporação
Comunicação Global
Transmissão de Dados entre corporações




Benefícios da Comunicação via Satélite

Informações não são filtradas : Uma mensagem pode ser enviada neste momento e recebida no destino pelo responsável com total exatidão, consistência e credibilidade;
Economia de Tempo : A taxa de transmissão via satélite é muito rápida não importando a distância;
Segurança e Confiabilidade: Pessoas não autorizadas não conseguem decodificar o código sem ter direito de acesso.
Custo Efetivo : Para transmissões de dados via satélite a longas distâncias é muito mais barato este tipo de comunicação do que o uso, por exemplo, de uma linha telefônica.

REDES

Dividimos a seção de redes em duas partes :


Redes da Telefonia : Comenta sobre o sistema de comunicação que interliga as centrais telefônicas.

Redes de Comunicação : Comenta sobre as redes de transmissão de dados utilizadas em empresas, com o objetivo de compartilhar recursos de SOFTWARE, HARDWARE e DADOS entre diversas unidades.


Redes de Telefonia

As interligações entre as centrais telefônicas e os aparelhos, são feitas através de um conjunto de linha denominadas rede telefônica.

Os métodos de construção, das redes telefônicas urbanas, variam de um país para outro ou de uma companhia para outra.

As diferenças básicas residem nas providências que são tomadas para manter o numero de linhas de reserva dentro de limites razoáveis.

As redes telefônicas podem ser divididas em dois tipos principais:
Redes rígidas e Redes flexíveis.

Nas
redes rígidas, cada caixa de distribuição é ligada diretamente á central através da rede de cabos.

As redes rígidas são recomendáveis em localidades onde a densidade de telefone é pequena, ou se as linhas de assinantes forem curtas (áreas rurais e urbanas nas imediações da central).

Vantagem: Menor probabilidade de defeitos.

Desvantagens: Custo muito alto.

Nas
redes flexíveis há três partes distintas: Rede primaria, Redes secundarias linha de serviço de assinante. A ligação entre a rede primária e secundária é feita através do armário de distribuição.

Rede primária é o trecho que vai da central ate o ponto de subdivisão, ou seja, os armários de distribuição.

A rede secundária parte do armário e vai ate a caixa de distribuição.

As linhas de assinantes partem da caixa de distribuição ate a entrada do aparelho telefônico.



Redes de Comunicação

Pode-se definir um Sistema em Rede como um conjunto de unidades com processamento independentes, compartilhando recursos de SOFTWARE, HARDWARE e DADOS entre uma comunidade de usuários.

Atualmente as redes beneficiam-se de uma grande concorrência entre os produtos (hardware e software), fazendo com que esta se torne cada vez mais econômica.

LAN's (Local Area Network ) São redes de pequeno porte, geralmente utilizada em pequenas e médias empresas. Um grupo de computadores e periféricos compartilham arquivos e recursos entre diversos usuários. Os meios de transmissão normalmente utilizados nesta classe, são : cabo coaxial, cabo par-trançado ou a fibra óptica.

WAN's (Wide Area Network ) São redes globais, envolvendo usuários distantes através de conexão remota. Atravessam limites geográficos de cidades e países. Os meios de transmissão normalmente utilizados nesta classe, são : LP's (Linhas Privadas), canais de Satélites. São subdivididas em "Enterprise" e "Global".

MAN's (Metropolitan Area Network ) Trata-se de uma Rede Pública de alta velocidade operando a 100 Mbps dentro de uma cidade, com transmissão de voz, dados e imagens a grandes distâncias. São menores que as WAN's. Os meios de transmissão normalmente utilizados nesta classe, são : LP's (Linhas Privadas), Serviços de CATV ou comunicação sem fio (Wireless).

Rede CAMPUS Classifica uma rede tipo universitária, basicamente composta por escritórios, fábricas e armazéns em uma mesma propriedade ou área em geral. As conexões utilizadas normalmente, são : cabos de fibra óptica externos ou subterrâneos.



Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger | Printable Coupons